A curva foi reconstruída a partir do horário em que o boletim de urna de cada seção chegou ao TSE: cada ponto soma as seções já recebidas até aquela hora. A parcial oficial do TSE também incluía apurações em andamento, então a curva real foi mais suave, mas a ordem dos acontecimentos é a mesma.
Saldo = votos de Celina menos votos de Grass na região.
Cada quadrado é uma cidade (região administrativa) do DF, numa posição aproximada à do mapa. A cor mostra a diferença entre Celina e Grass em pontos percentuais dos votos válidos. Clique numa região para ver os detalhes.
Diferença Celina − Grass em pontos percentuais dos votos válidos, por município ().
Conforme as seções são totalizadas, o modelo compara o que já foi contado em cada região com o que o 1º turno e o cenário acima previam para aqueles mesmos municípios. Com os resultados por município, o modelo aprende como esse desvio muda com a região, com o voto do município no 1º turno, com o tamanho da cidade e entre capital e interior, e aplica o padrão aos votos que ainda faltam. Isso corrige o viés de horário: o Sul e o Centro-Oeste chegam primeiro, o Nordeste por último.
Regiões com mais votos ainda por apurar, segundo o modelo.
Comentários escritos pelo Claude a partir dos números desta página, atualizados a cada 10 minutos durante a apuração. Não alteram a projeção.
Na tabela, os percentuais são dos votos válidos de Celina + Grass. Grass esperado* é o que o cenário previa para as seções já contadas naquela região. Desvio = Grass % contado − Grass % esperado para as seções já contadas. Um desvio positivo quer dizer que Grass está melhor que o cenário naquele estado.
Faixa de 90% combina a incerteza de cada região (menor quanto mais votos contados) com um erro comum a todo o estado. A faixa estreita conforme a apuração avança.
No ensaio, o resultado final é o próprio cenário (as hipóteses de transferência acima); a apuração segue os horários reais de cada município no 1º turno, e as primeiras seções de cada região puxam para um lado, como numa noite real.